Pragas dos grãos

As pragas dos grãos causam prejuízos imensos na economia agrícola

A produção de grãos brasileira ocupa cerca de 12 milhões de hectares e possui produção média anual de 40 milhões de toneladas, segundo a Embrapa. O arroz, a soja e o milho são as principais produções. Por isso, os administradores agrícolas devem ter especial atenção com uma praga que pode acabar com seus lucros: as pragas dos grãos.

Elas podem acabar com a safra do ano se não forem controladas adequadamente.

O grande problema se encontra na forma em que os grãos são armazenados após a colheita. Os grãos podem ser armazenados por um período grande, sem perda da qualidade do material.

Porém, esse tipo de armazenamento só pode ser realizado se forem praticadas ações corretas desde a colheita, passando pela higienização do local de armazenamento, secagem dos grãos e controle eficiente de pragas.

Para um armazenamento bem sucedido, que evita as pragas dos grãos, é necessário controlar e se prevenir dos fenômenos biológicos, físicos e químicos que podem causar transformações, danos e perdas dos grãos.

Alguns aspectos que são importantes são: temperatura, microrganismos, insetos e animais, umidade, entre outros. Os grãos devem ser mantidos sadios e limpos para serem comercializados com segurança.

As pragas de grãos podem ser classificadas como pragas primárias e secundárias, associadas ou de infestação cruzada de acordo com suas características biológicas e ecossistema.

As primárias danificam grãos sadios, as secundários atacam grãos já quebrados e com defeito. As associadas não danificam diretamente o grão. Por último, as de infestação cruzada podem atacar os grãos na lavoura e no armazenamento.

Como os ratos, as pragas dos grãos danificam mais grãos do que podem consumir, o que causa 10% de perda na produção mundial de grãos, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Isso representa 10 milhões de toneladas de grãos/ano.

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